Ontem me vi contando uma mentira. Dessas que contamos quando queremos acreditar que somos exatamente como nos descrevemos, talvez numa tentativa desesperada de transformar em realidade um desejo escondido.
Disse que sempre espero o pior das pessoas, acredito que irão me decepcionar e falhar em algum momento importante, senão crucial da relação. Mentira! Eu sempre espero que os outros pensem e reajam como eu. Que se entreguem sem medo. Que percebam o peso de uma palavra errada. E que quando errem, saibam a importância do perdão.
Eu tenho grandes amigos. Pessoas incríveis! Insubstituíveis! E seria injusto generalizar. Na verdade, o que eu quero dizer é: quando um (e basta um) te decepciona, o mundo inteiro parece mudar.
Disse que sempre espero o pior das pessoas, acredito que irão me decepcionar e falhar em algum momento importante, senão crucial da relação. Mentira! Eu sempre espero que os outros pensem e reajam como eu. Que se entreguem sem medo. Que percebam o peso de uma palavra errada. E que quando errem, saibam a importância do perdão.
Eu tenho grandes amigos. Pessoas incríveis! Insubstituíveis! E seria injusto generalizar. Na verdade, o que eu quero dizer é: quando um (e basta um) te decepciona, o mundo inteiro parece mudar.
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